11 de fevereiro de 2010

Top de 5ª - Os 5 melhores clipes do The White Stripes

Top de emergência que veio em substituição a outro top que estava sendo planejado pra hoje. Como o outro top está em processo de reformulação (devido a necessidade de atualização do autor), ataco de algo mais simples e que já estava na minha cabeça há algum tempo.

Muita gente não gosta e não valoriza os videoclipes, como sendo apenas um recurso comercial, mas muitos dos diretores mais interessantes do cinema atual começaram suas carreiras no comando de videoclipes. Entre eles, estão Spike Jonze (Quero Ser John Malkovich, Onde Vivem os Monstros), David Fincher (Clube da Luta, Se7en) e, no caso do The White Stripes, Michel Gondry (Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças). A "associação" entre Gondry e os Stripes nos rendeu quatro clipes (ou quatro aqui), cada um com uma técnica diferente e todos com um visual arrasador. Porque isso que é legal no vídeoclipe: ele não precisa ser uma história fechada, ter um roteiro, ou mesmo significar alguma coisa. Só precisa ser visualmente interessante.

#5 -  Fell in love with a girl (2002). Primeira parceria de Gondry com o The White Stripes, o clipe é um stop-motion da banda tocando, correndo e pulando na água... construído com LEGO!


#4 - Seven Nation Army (2003). Dirigido pelo duo Alex and Martin, esse clipe encarna bem o espírito da música: nada vai me segurar! Seguindo sempre numa progressão contínua, o clipe conseguiu imaginar todas as maneiras possíveis de encaixar as imagens de Meg e Jack White umas sobre as outras.


#3 -The Hardest Button to Button (2003). E Michel Gondry ataca novamente. Dessa vez mesclando o stop-motion com filmagem tradicional, usando a batida da bateria como compasso, o diretor deve ter torturado a dupla durante vários dias pra produzir essa jóia.


#2 -The Denial Twist (2005). Não estranhe, não há nada errado com o vídeo, ele é assim mesmo. As imagens distorcidas se alternam e criam um cenário surreal. Se a técnica de Gondry antes era o stop-motion, dessa vez a idéia é o nonstop: o clipe todo é gravado em um só plano-sequência.



#1 Dead Leaves and the Dirty Ground (2002). Desta vez, Gondry filmou várias cenas e depois as projetou, no mesmo lugar em que foram filmadas, enquanto Jack White circulava pela casa, como se as imagens projetadas fossem suas memórias. Em algumas cenas, a sobreposição é tão bem feita que não dá pra distinguir sem esforço o que acontece na cena "atual" e o que só está acontecendo na projeção. Acachapante.

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